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ago 20, 2019
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O estado faz vítimas. Não a sociedade.

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É muito comum ouvir em núcleos de psicologia e sociologia que “a sociedade cria os próprios monstros”. Isso porque Rousseau dizia que as pessoas nascem boas e a sociedade nos corrompe. Não é a sociedade que corrompe, é a estrutura coercitiva que chamamos de estado.

Com impostos ele espolia pobres e lhes obriga a sustentar negócios mal estruturados de serviços que ele não contratou. Com salário mínimo, ele marginaliza o pobre e o condena a procurar renda no “mercado informal” que por pesada regulação também é marginalizado e constantemente agredido. E por tanto risco, paga mal. Com a educação (pública e privada, altamente regulamentada) ele cria um exército de reserva, um “senso comum” e intervém na moral de forma a lhe perpetuar na condição de superioridade na estruturação das normas sociais.

Acontece que estas pessoas têm uma lavagem cerebral tão profunda que confundem as leis arbitrárias estatais com leis naturais como a propriedade privada. Acabam por agir de forma agressora e aí sim, merecem punição e reação de forma a cessar e reparar a agressão.

E ao final, quando o indivíduo se revolta e descumpre estas regulações arbitrárias, o estado te prende ou te mata.
É claro que o rapaz que colocou uma série de pessoas em risco merecia sofrer uma interrupção em sua agressão, mesmo que esta reação fosse levá-lo a morte como de fato levou.
Lamento, apenas, que de 36 pessoas que ele colocou em risco, NENHUMA pudesse se defender e cessar a agressão sem a necessidade do estado.
Isso só evidencia mais uma agressão estatal. (neste trecho o autor referiu-se ao sequestro de ônibus havido em 20/8 ).

O estado não permite que o pobre venda o que quiser, estude o que quiser, se trate como quiser, não permite que ele tenha acesso a serviços baratos nem que produtores e comerciantes circulem mercadoria mais acessíveis. São tantas agressões à propriedade privada que a “realidade” passa a ser a tentativa de sobrevivência nesta selva de regulamentação besta e irracional.

Enquanto o estado destrói e espolia a sociedade no cenário macroeconômico, esta, a ação coordenada de indivíduos pacíficos, atua na microeconomia para amenizar os prejuízos. É nos bairros que ocorre a caridade, a ajuda, o acolhimento, os verdadeiros projetos sociais, o socorro ocorrem… São indivíduos, que também estão sendo sistemicamente roubados, que fazem a diferença!

 

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