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jul 30, 2018
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Contratando uma babá

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Os pais da atualidade são bastante ocupados e quando decidem ter filhos, logo pensam em contratar uma babá. A contratação leva tempo, afinal, essa pessoa cuidará do bem mais precioso do casal: seu filho.

Começa a seleção: é preciso uma pessoa responsável, organizada e por aí vai. Terminada essa etapa, é hora de dizer à babá exatamente quais os deveres que ela deve executar e o que é esperado de seu trabalho – em primeiro lugar, obviamente ela não deve, de forma alguma, bater nas crianças, não deve dar a elas lições religiosas sem aval, deve levá-las para vacinar e para a escola, etc.. Quando uma babá não dá certo, basta arrumar outra.

Agora vem a consideração que a maioria das pessoas não fazem: você já parou para pensar que hoje o estado é o pai e a mãe de seus filhos?

O estado decidiu que é contra a lei dar uma palmada educativa em seus filhos – óbvio que, ao falar isso, não quero dizer que os pais podem espancar os filhos, mas uma boa palmada em alguns momentos ainda é o melhor remédio –, e você não pode usar esse artifício ou perde o emprego de babá de suas crianças.

Você é, por lei, obrigado a levar seus filhos para uma escola. Isso mesmo, não importa se você acha que o ensino brasileiro de hoje é um lixo e que existem muitos cursos online onde eles conseguiriam uma educação muito melhor, afinal são os pais que decidem onde as crianças estudam, não as babás.

Outro ponto aqui é a questão da vacina: ainda que você seja contra por esse ou aquele motivo, por lei, você ainda é obrigado a vacinar suas crianças mesmos com vários estudos que mostram que vacinas como a gripe e HPV – que são proibidas na grande maiorias dos países –, tem grandes possibilidades de causar danos irreversíveis a elas.

Você não pode ensinar suas crenças e valores morais a essas crianças, afinal, seus valores morais não importam aos pais. Você não pode criar seus filhos como cristãos, ou seguidores de outras religiões: o estado não possui religião e logo você se vê sem condições sequer de falar o obvio, como por exemplo, que meninos e meninas são diferentes por questões biológicas. Não. Você NÃO pode dizer isso às crianças, pois sua opinião e mesmo a ciência vai contra a agenda do estado que é, inclusive, quem, por direito, tem a guarda de seus filhos.

Não vamos esquecer da mais nova lei infantil: agora que suas crianças estão maiores, está na hora de delegar-lhes algumas tarefas em casa, mas não se esqueça de que essa também não é uma decisão sua. Por lei, você agora é obrigado a fazer isso, afinal, você é só a babá que foi contratada pelo estado para cuidar dessas crianças e a qualquer momento poderá perder esse emprego e o privilégio de conviver com os filhos que você colocou no mundo.

Por isso digo que os pais de hoje devem iniciar uma luta contra o estado que quer, a todo custo, tomar de você a guarda e o direito de educar seus filhos conforme seus padrões morais.

Entenda uma coisa, cada vez que o estado nos proíbe ou obriga a fazer qualquer coisa que supostamente é para nosso bem, mais uma parte da nossa autonomia vai embora e em breve não seremos nada mais que meros escravos dessa gigantesca instituição.

 

Leis:

Lei da Palmada é o nome informal da lei nº 13.010/2014 que proíbe o uso de castigos físicos ou tratamentos cruéis e degradantes contra crianças e adolescentes no Brasil.

Decreto Nº 78.231, Art. 14. O Sistema Único de Saúde promoverá programas de assistência médica e odontológica para a prevenção das enfermidades que ordinariamente afetam a população infantil, e campanhas de educação sanitária para pais, educadores e alunos.

Parágrafo único. É obrigatória a vacinação das crianças nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias.

Lei do abandono intelectual, artigo 246 do Código Penal e ocorre quando o pai, mãe ou responsável deixa de garantir a educação primária de seu filho. A criminalização da conduta tem como principal objetivo coibir a prática e garantir que toda criança tenha direito à educação auxiliando no combate à evasão escolar.

Art. 1634 do Código Civil – Lei 10406/02 IX – exigir que lhes prestem obediência, respeito e os serviços próprios de sua idade e condição. (Incluído pela Lei nº 13.058, de 2014)

 


Autora: 
Chrystienne Souza, dona do site BTCSoul.com

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