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set 18, 2018
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A Ideologia Americana: seus defensores e seus beneficiários

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Palestra proferida na conferência de inauguração do scholarium em Viena, realizada em 03 de dezembro de 2016.

Vivemos atualmente na era do império americano. Naturalmente esse império pode vir a desmoronar, afinal, isso aconteceu com todos os impérios. Mas, no futuro previsível, ele será mantido não apenas por seu poder militar, mas sobretudo por seu poder ideológico. Pois o Império Americano alcançou algo verdadeiramente notável, ele internalizou suas crenças básicas como tabus intelectuais na mente da maioria das pessoas, entre as quais eu não me incluo.

É evidente que todos os governos são baseados em violência. E isso naturalmente não é diferente nos EUA. Os EUA também não hesitam em aniquilar e destruir qualquer um que desafie seus caprichos legislativos. Mas, para que suas ordens sejam obedecidas internamente, os EUA também precisam usar a violência, que até agora tem sido surpreendentemente pequena. Pois a grande maioria da população, e, em especial, dos intelectuais formadores de opinião, assumiu, voluntariamente e sem hesitação, o sistema de valores e crenças que forma a base do império norte-americano.

Para o sistema oficial de crenças aprovado pelos EUA, somos todos pessoas inteligentes e razoáveis confrontadas com a mesma realidade dura e imutável e sujeitas aos mesmos fatos e verdades.

É verdade que mesmo no centro do império americano, nos EUA, há pessoas em condições de vida ruins. Restam muitas deficiências a serem eliminadas. Mas com o sistema americano de democracia a humanidade encontrou o quadro institucional perfeito que permite um maior progresso em direção a um mundo cada vez mais perfeito. E se o sistema americano de democracia fosse adotado em todo o mundo, o caminho para a perfeição seria suave, tranquilo e livre. Essa é a tese que vocês podem ler na obra de Francis Fukuyama, por exemplo.

A única forma legítima de governo é a democracia. Todas outras formas de governo são piores, e ter qualquer governo é melhor do que não ter nenhum. Os estados democráticos, como os EUA, são feitos pelo povo, através do povo e para o povo. Nas democracias ninguém reina sobre ninguém, ao invés disso o povo reina sobre ele mesmo, logo, ele naturalmente é livre.

Os impostos são contribuições e pagamentos pelos serviços prestados pelo estado. Logo, sonegadores de impostos são ladrões, pois usam serviços sem pagar por eles. Acobertar ladrões equivale a agredir o povo, do qual eles tentam fugir.

Mas também existem no mundo outras formas de estado. Existem monarquias, ditaduras, teocracias, assim como senhores feudais, príncipes tribais e senhores da guerra. E os estados democráticos freqüentemente têm que lidar com estados não democráticos.

Em última análise, todos os estados devem passar a seguir o ideal americano, pois só a democracia pode fornecer uma mudança pacífica e contínua para melhor.

Estados democráticos, como os EUA e seus aliados europeus, são pacíficos e não entram em guerras uns contra os outros. Quando eles precisam ir à guerra, são para guerras preventivas, defensivas e de libertação contra estados agressivos e antidemocráticos. Ou seja, são guerras justas. Todos os países e territórios que atualmente estão em guerra ou estão sendo ocupados por tropas americanas ou seus aliados europeus, países como Afeganistão, Paquistão, Iraque, Líbia, Síria, Sudão, Somália e Iêmen, são culpados por estar sendo invadidos e as suas ocupações pelo ocidente democrático são atos de autodefesa e libertação.

Mas ainda há muito a fazer, pois ainda existem a Rússia e a China, e esses dois países continuam a representar um tremendo perigo e ainda precisam ser libertados, para deixar o mundo finalmente seguro.

A propriedade privada, os mercados e os lucros são instituições úteis, mas um estado democrático precisa assegurar, com legislação apropriada, que a propridade privada e os lucros sejam usados de maneira socialmente responsável, e que os mercados funcionem eficientemente. Mercados e empresas com fins lucrativos não podem produzir bens públicos portanto, não satisfazem as necessidades sociais. E também não podem cuidar dos verdadeiramente necessitados. Só o estado pode cuidar das necessidades sociais e dos necessitados no país. Só o estado pode fortalecer o bem-estar público, financiando bens públicos e ajudando os necessitados, reduzindo, se não eliminando, a pobreza e o número de necessitados.

Deve haver uma política social para manter sob controle a ganância das pessoas. A ganância e a busca pelo lucro foram as causas da última grande crise econômica. Investidores irresponsáveis criaram um otimismo irracional que por fim acabou acordando para a realidade. Evidentemente o mercado fracassou e somente o estado poderia nos salvar. Somente o estado pode impedir que isso aconteça novamente, regulando e monitorando o setor bancário e os mercados financeiros. Os bancos e as empresas faliram, mas o estado e seus bancos centrais resistiram, conseguindo proteger as economias e os empregos dos trabalhadores.

Aconselhados pelos melhores e mais bem pagos economistas do mundo, os estados, em especial os EUA, descobriram as causas das crises econômicas, e constataram que para sair da crise econômica, as pessoas precisam, ao mesmo tempo, aumentar o consumo e os investimentos. Cada moeda guardada debaixo do colchão é uma moeda que deixará de ser consumida e investida no futuro. Em uma recessão, sob qualquer circunstância, os gastos devem aumentar. E se o povo não gastar o suficiente do seu próprio dinheiro, o estado terá que fazê-lo. E sabiamente, os estados podem fazer isso, pois seus bancos centrais podem produzir qualquer liquidez necessária. Se bilhões de dólares ou euros não forem suficientes, trilhões serão suficientes. E se trilhões não cumprirem o propósito, então certamente quadrilhões conseguirão. Somente gastos governamentais maciços podem impedir um colapso econômico inevitável. Em particular, o desemprego é consequência do subconsumo. As pessoas não tem dinheiro suficiente para comprar bens de consumo, e isso deve ser resolvido com salários e seguros-desemprego mais altos.

E assim que a crise econômica for superada, o estado democrático pode e deve mais uma vez voltar sua atenção para os problemas remanescentes realmente urgentes da humanidade, que são a luta contra a desigualdade, a eliminação de toda discriminação injusta, e o controle do meio ambiente, e, em particular, do clima global.

Basicamente, todas as pessoas são iguais. Suas diferenças são apenas aparentes, superficiais e sem significado algum. Algumas pessoas são brancas, outras pardas, outras pretas, algumas altas, outras baixas, algumas gordas, outras magras, algumas masculinas, outras femininas, algumas falam inglês, outras polonês, outras chinês, etc. Todas estas características humanas são completamente aleatórias e é mero acaso que alguns as tenham e outros não. Diferenças aleatórias como estas não têm influência alguma e não estão de forma alguma correlacionadas com qualidades mentais como motivação, preferência temporal ou habilidades intelectuais, logo, não servem para explicar o sucesso econômico e social, em especial financeiro.

As qualidades mentais e psíquicas não têm base física, biológica ou étnica e são infinitamente maleáveis. Portanto, com exceção de alguns casos patológicos, todos as pessoas são iguais. E cada povo contribuiu igualmente para a civilização no curso da história, ou pelo menos teria contribuído caso tivesse tido as mesmas oportunidades. Diferenças aparentemente óbvias resultam apenas de diferentes fatores externos e oportunidades educacionais. Todas as diferenças de renda e realizações entre brancos, asiáticos e negros, mulheres e homens, latinos, anglos, tailandeses e chineses, cristãos, hindus, protestantes e muçulmanos, etc. todas essas diferenças desapareceriam se houvesse igualdade de oportunidades.

E se constatarem que esses diferentes grupos aleatórios são representados e distribuídos desigualmente em diferentes grupos de renda ou de status profissional, sendo alguns mais ricos e bem-sucedidos e outros menos ricos e bem-sucedidos, isso é uma prova de que houve discriminações injustas no passado.

E essa discriminação deve ser compensada através de medidas tomadas pelo estado. Nas quais os precoceituosos devem compensar os que foram injustamente discriminados. E os melhores e mais bem pagos cientistas sociais comprovaram, sem deixar nenhuma dúvida, quem são os principais responsáveis por toda essa discriminação. São os homens brancos heterossexuais e a família tradicional patriarcal. Portanto, é este grupo de pessoas e esta instituição que estão em dívida com todos os outros grupos e devem desculpas a todas as outras formas de organização social.

Mas isso não basta. A reparação de todas as vítimas da desigualdade e da discriminação também requer um forte apoio estatal ao multiculturalismo. Os países desenvolvidos do Ocidente, dominados por homens brancos, alcançaram sua prosperidade à custa dos habitantes das outras regiões do mundo e estão presos às idéias preconceituosas do particularismo e do nacionalismo. Isso deve ser superado incentivando-se a imigração de pessoas de outros países e com diferentes culturas. Desta forma, garantindo que os imigrantes finalmente consigam alcançar todo o seu potencial humano e ao mesmo tempo substituindo o provincialismo ocidental por uma verdadeira diversidade cultural humana. E com a superação do particularismo e do nacionalismo nefastos através de uma política baseada no multiculturalismo finalmente iremos progredir em direção a uma solução para o problema das mudanças climáticas, que sem dúvidas é o maior problema global.

Até hoje, os interesses particulares e nacionalistas fizeram com que a produção e o consumo de recursos energéticos não renováveis se mantivessem amplamente desregulados e descoordenados em todo o mundo. E, como comprovado pelos melhores e mais bem pagos pesquisadores do clima, o mundo inteiro está ameaçado por uma catástrofe inimaginável causada pelo aumento das marés e dos níveis dos oceanos e pelas instabilidades e desequilíbrios ecológicos resultantes. Somente através de uma ação mundial concertada de todos os estados e, por fim, com o estabelecimento de um governo mundial supranacional sob a liderança dos EUA, e com a regulamentação sistemática de todas as atividades de produção e consumo, esse terrível perigo pode ser evitado. O bem comum deve vir antes do interesse próprio. Essa foi a lição que o problema da mudança climática nos ensinou. E é dever dos governos, em especial dos EUA, acabar de vez com esse problema.

Não será nenhuma novidade se eu disser que considero tudo isso uma grande baboseira. Um absurdo completo, sem sentido e altamente perigoso. Claro que não estou entre os melhores e mais bem pagos – sobretudo o último – economistas e cientistas sociais, e eu não entendo nada sobre pesquisa climática. Exceto que eu sei que o aquecimento global não é um problema global, mas um problema que afeta pessoas em diversas partes do mundo de maneiras muito diferentes. O que é uma maldição para um é uma bênção para o outro, e isso impede a existência de uma solução global.

A questão então é, a quem devemos este absurdo, quem se beneficia dele e como é que ele nos é exposto diariamente na mídia? Eu posso indicar a minha resposta aqui brevemente… Ela possui duas partes. Por um lado, há o estabelecimento de um estado, em especial, de um estado democrático com seus titulares e representantes, e, por outro lado, há os intelectuais.

Começaremos pelo estado. O estado é um monopolista da jurisprudência e da aplicação da lei. Em todos os conflitos – incluindo aqueles em que o estado ou seus representantes estão envolvidos – é o estado que decide, com um funcionário pago por ele próprio, quem tem a razão. Podemos prever de maneira relativamente precisa como serão as decisões judiciais. O estado sempre terá a razão, não importa o que ele faça. Pois os conflitos sempre serão julgados por juízes pagos pelo próprio estado. Pessoas serão roubadas, saqueadas, mortas, enganadas e ludibriadas pelo estado. Ou seja, no que se refere ao usar o poder e a violência contra outras pessoas, tudo será possível e tudo será considerado justo pelo estado e seus representantes, só que, claro, usando outro termo enganoso e mais atraente.

Isso torna o estado naturalmente atraente para todas as pessoas que gostam de roubar, saquear, matar, enganar e ludibriar outras pessoas. Ou seja, para aqueles que gostam de usar a violência contra outras pessoas. É esse tipo de pessoa que tentará conquistar e se infiltrar no estado.

E como a democracia permite que qualquer um possa entrar no estado e conquistá-lo, criando uma verdadeira competição entre os bandidos sedentos por votos, então é de se esperar que as pessoas que chegarão ao topo do estado são aquelas que possuem o maior talento em embelezar retoricamente suas intenções predatórias, fraudulentas e assassinas, e que possuem o maior talento em vendê-las aos eleitores como benefícios sociais que podem ser desfrutados. Em suma, os melhores demagogos, sedutores e corruptos chegam ao topo.

Mas ao olharmos para esses políticos e parlamentares democraticamente eleitos, que diariamente impõem suas vontades megalomaníacas a milhões de pessoas através de leis e regulamentações, ficamos surpresos. Pois esses homens e mulheres não se tratam de pessoas formidáveis ou impressionantes, mas sim de um bando de medíocres, burros, fracassados e perdedores, que nunca venderam nenhum produto ou serviço em suas vidas, para alguém que quisesse comprar voluntariamente com seu próprio dinheiro.

E diante dessas figuras lamentáveis, que afirmam ser nossos maiores representantes, surge então a dúvida, se essas pessoas de tão pequeno calibre são capazes de inventar todos esses absurdos que diariamente ficam nos dizendo. Se eles têm o que é preciso para pensar por si próprios as várias justificativas e desculpas para esses absurdos que toda hora divulgam. Temos dúvidas consideráveis.

E isso me leva à segunda parte da minha resposta à questão dos autores e dos beneficiários da visão politicamente correta do mundo e das coisas, que são os intelectuais. Ou, mais precisamente, aqueles que lidam com questões sociais, econômicas e humanas, e a sua conexão com o estado e seus líderes.

Assim como os políticos, dificilmente um intelectual consegue garantir uma renda confortável por meio de seu trabalho intelectual, através de seus textos e discursos, pois é isso que eles produzem como intelectuais. A demanda do mercado por esses produtos é baixa e também sujeita a grandes flutuações. Muitos poucos intelectuais conseguiriam transformar seus textos e seus discursos em uma profissão lucrativa. A grande maioria dos intelectuais, verdadeiros ou supostos, teria que considerar seus interesses científicos como mera vocação pessoal e ganhar a vida de outra forma, praticando uma profissão normal.

Isso reduz a auto-estima dos intelectuais e daqueles que se consideram intelectuais. Como nenhum outro grupo de pessoas, os intelectuais estão convencidos do significado e do valor de seu trabalho, e ficam amargurados quando não recebem o reconhecimento social supostamente devido.

Em vista disso, o que resta para eles? Geralmente eles não servem para ser políticos. São sérios, nerds, tímidos, desajeitados, introvertidos e estranhos demais para isso. E, por causa disso, eles geralmente não têm a sede de poder que faz um político.

Mas os intelectuais são espertos o suficiente para perceber que, embora não sirvam como políticos, eles precisam dos políticos para conseguir o dinheiro para uma vida confortável. E eles também sabem o que precisam oferecer aos políticos em troca para ganharem uma parte do dinheiro que é roubado: justificativas que soem razoáveis para que o poder do estado continue a se expandir, visões ousadas e programas governamentais com objetivos nobres e humanos, que jamais poderão ser atingidos, como a igualdade de todos os seres humanos, logo, o estado nunca deve interrompê-los, pois jamais poderão ser atingidos, mas sempre podem ser revividos e renovados constantamente.

E assim se forma uma aliança profana, antigamente, nos tempos monárquicos, entre o trono e o altar, e hoje, nos tempos americanos, entre os democratas e os intelectuais. O resultado: nunca houve tantos políticos e, sobretudo, supostos intelectuais vivendo no luxo e às custas de um número cada vez menor de pessoas produtivas. E as universidades, cada vez maiores e mais numerosas, centros de poder intelectual e influência financiados e estimulados pelo Estado, criadouros de futuros políticos e intelectuais, jamais produziram tanto lixo intelectual e contribuíram tanto para o emburrecimento do povo como nos dias atuais.

O que se pode fazer diante disso? Acho que não muito, exceto expor essa fraude amplamente e publicamente. Ou seja, reconhecer e chamar os políticos por o que eles realmente são: um bando de mentirosos, bandidos, ladrões, assassinos e cúmplices de assassinatos. E zombá-los e ridicularizá-los com o desprezo que eles merecem. Também não podemos esquecer de seus intelectuais e seus assessores, sem os quais os políticos não conseguiriam fazer suas bandidagens.

E como passo inicial de volta à normalidade e ao entendimento saudável do senso comum, deve-se exigir o enxugamento financeiro das universidades. Não apenas devem ser fechados todos os centros de estudos sobre negros, latinos, mulheres, gênero, queer, e qualquer outra coisa exótica, como também os departamentos de ciências sociais, ciências políticas, história contemporânea, sociologia e economia, e também os de estatísticas sociais e econômicas, cujas estatísticas servem apenas para descobrir novas desigualdades, que supostamente devem ser eliminadas de alguma forma. Também devem ser extintos cargos acadêmicos de cientistas, críticos da literatura e – sinto muito em ter que dizer isso – também de filósofos. E aqueles que acreditam que podem controlar o clima global devem ser encaminhados para tratamento em uma clínica psiquiátrica.

E isso não significa que tenho algo contra o trabalho de cientistas políticos, sociólogos, economistas, estatísticos, cientistas literários, filósofos e pesquisadores do clima. Ou que eu gostaria que eles não mais existissem. De maneira alguma, pois sempre haverá pessoas que se ocuparão seriamente com as questões e problemas dessas disciplinas. E isso também é bom e necessário – eu tenho que dizer algo aqui em defesa da minha própria existência.

Mas certamente o número desses cientistas seria muito menor. Porém quantidade não é sinônimo de qualidade. A redução do nº de cientistas sociais financiados por impostos não é sinônimo de declínio intelectual. Muito pelo contrário. Livres da poluição intelectual e da sujeira produzidas nas atuais universidades, abrem-se as portas para a ascensão de uma classe de novos e melhores intelectuais que se distinguem por ter os pés no chão e um verdadeiro senso da realidade.

Mas tudo isso, se puder ser alcançado, ainda está longe. Mas, graças a Deus, hoje não precisamos mais esperar por isso, pois nos nichos do manicômio atual, bem longe das universidades e das escolas atuais, e das macacagens que ocorrem lá, agora existe em Viena, em seus arredores e nos países de língua alemã, mais um lugar que não emite certificados e qualificações aprovados pelo estado, mas onde se pode obter educação de verdade e aprender a pensar e discutir de maneira crítica e independente. E eu me refiro naturalmente a Rahim e ao seu scholarium. Agradeço-lhes pela sua atenção.

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Libertarianismo
http://propertyandfreedom.org/

é um membro sênior do Ludwig von Mises Institute, fundador e presidente da Property and Freedom Society e co-editor do periódico Review of Austrian Economics. Ele recebeu seu Ph.D e fez seu pós-doutorado na Goethe University em Frankfurt, Alemanha. Ele é o autor, entre outros trabalhos, de Uma Teoria sobre Socialismo e Capitalismo e The Economics and Ethics of Private Property.